Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

Entrevista: Flávia Alessandra!

Ela tem medidas invejáveis: 51 quilos harmoniosamente distribuídos em 1,68 metro de altura e curvas que vão dos 92 centímetros de quadris e busto para os 58 centímetros de cintura. Sensualíssima, Flávia Alessandra, 32 anos, arranca suspiros do público masculino e vive sua melhor fase. Na TV, interpreta Vanessa na novela Pé na Jaca, papel que não deixa dúvidas: sim, ela tem talento para fazer comédia. E ainda lhe permite exibir suas qualidades físicas- e que qualidades! O sucesso é inquestionável. Flávia dá um show. Os shorts e os maiôs de sua personagem se tornaram a sensação do verão. Na Central de Atendimento ao Telespectador (CAT), da Globo, seu figurino esteve entre os três mais consultados do mês de fevereiro. Como se não bastasse, em agosto de 2007, ela interpretará uma devoradora de homens no cinema, a Mãe de Pantanha no longa O Homem Que Desafiou o Diabo, dirigido por Moacyr Góes. E na vida pessoal, tudo absolutamente perfeito, como num sonho.  Desde outubro do ano passado, Flávia está casada com o apresentador Otaviano Costa, 33, com quem teve um rápido namoro de cinco meses. Ela se refere a ele com elogios e muitos, muitos suspiros. "Minha vida parece um comercial", garante. Por enquanto, eles cuidam da reforma da casa onde moram com Giulia, 7, filha de Flávia e seu ex-marido, Marcos Paulo, no Rio de Janeiro.

 



Em paz com o sucesso
"Este trabalho não estava previsto para eu fazer agora (o papel de Vanessa, em Pé na Jaca). Depois da Cristina (Almas Gêmeas), eu sabia que as pessoas iriam me cobrar muito. Então, quando vi Vanessa, enxerguei a possibilidade de construir algo novo. Eu me casei no sábado e na segunda já estava gravando. Na semana do meu casamento- que foi uma coisa resolvida às pressas (risos)- eu estava enfurnada, vendo filmes de comédia para compor a personagem. Vejo que as pessoas entenderam que eu também sei fazer comédia. Isso me deixa tranqüila."

Composição sensual
"Cristina já tinha esse lado sensual, mas Vanessa se utiliza mais dele, porque, além de ser cara-de-pau, é uma personagem actual. Parei outro dia no posto de gasolina e vi uma Vanessa na rua, com maiô, pulseiras e calça dourada. Olhei para mim e notei que eu estava toda básica, de bermuda jeans, camiseta e chinelo. Então disse: "Caraca, aquela sou eu (risos)!" O público quer saber tudo dela, cor do cabelo, do esmalte, o figurino..."

Advogada e actriz
"Durante três anos estudei direito de manhã e comunicação à noite. Entrei na faculdade um pouco antes de me casar com Marcos Paulo. Naquela época, era complicado conciliar trabalho e estudo. Eu fiz isso porque tinha medo do meu futuro como actriz. Decidi buscar algo mais certo. Sou filha de militar e tive uma formação que dizia que era necessário seguir uma carreira estável, enfim, tudo aquilo que dizem para a gente e nós acabamos reproduzindo. Até hoje pago minha OAB, olha que ridículo (risos)! Durante os cinco anos que estudei, minha carreira de actriz não tinha decolado. Acho que teria enlouquecido se tivesse ficado esse tempo batendo na mesma tecla sem nenhuma perspectiva. Foi justamente quando terminei a faculdade que fechei o meu primeiro contrato longo com a Globo na novela A Indomada. Depois, continuei estudando, mas fiz cursos de especialização, dança, canto e empostação de voz."

"Ah! É mulher do director!"
"Quando eu estava casada com Marcos Paulo, havia cobrança de todos os lados. Era como se antes dele eu não tivesse sido actriz, porém, eu já tinha uma trajetória, poucas coisas expostas, mas anos de estudo e tentativas. E, quando me tornei a mulher de um director, que depois virou director de núcleo, eu ouvia cada vez mais: 'Ah, é mulher do director!'"

Senhor e senhora Costa
"Eu e Otaviano nos conhecemos trabalhando. Fomos mestres-de-cerimônias de um cruzeiro na Itália. Quando chegamos lá, tinha uma pessoa nos esperando no aeroporto com a placa "Ms. and Mr. Costa". Eu olhei para ele e disse: "Eu sou Costa", ele riu e disse: "Não, eu sou Costa" (o nome de baptismo dela é Flávia Alessandra Martins da Costa Simões). E toda vez que pegávamos um guia, sempre vinha a pergunta: "Vocês são casados?" Respondíamos que não e que, por acaso, apenas tínhamos o mesmo sobrenome. Até hoje dizemos que encontramos vários magos naquela viagem que já previam o nosso casamento. Estou muito bem com Otaviano, melhor impossível."

Sem lua-de-mel
"Nossa lua-de-mel está sendo em doses homeopáticas. A cada 15 dias sem Jujuba (é assim que Flávia chama a filha Giulia), a gente treina. Quando a novela acabar, em junho, vamos viajar. Ainda não sabemos para onde, precisamos decidir. Até pensamos em viajar para longe, mas eu acho que não vou sobreviver mais do que dez ou 15 dias longe dela (da filha). Nem ele consegue. Por causa do assédio, precisamos sair do Brasil, para desligar completamente."

Casa em reforma
"Estou transformando minha casa numa casa de família. O Otaviano canta, toca e tem um estúdio. Estamos aumentando e readaptando um pouco os espaços. São coisas que eu já tinha vontade de mexer, mas sozinha não tinha coragem. Ficamos em um dilema porque pretendíamos fazer isso depois do casamento, mas, quando eu fui chamada para fazer Pé na Jaca, resolvemos antecipar. Quando acabar a novela, teremos terminado também a obra e poderemos curtir."

Vida sob controle
"Tudo na minha vida foi muito precoce. Confesso que às vezes me sinto uma senhorinha de 70 anos, mas a minha alma é jovem. Otaviano também é assim. Quando eu me separei, parei para fazer um balanço geral. Sabe quando você dá uma sacudida e diz: "Não, pára tudo porque eu vou ver onde está errado?" Me separei e falei: "Não quero mais só um dia após o outro!" Passei a planejar minha vida do jeito que eu queria. Fiquei um pouco distante e fui me redescobrir. E aí pensei o que queria fazer e veio Cristina. Acabou a vilã e de novo a pergunta: "E agora, o que vou fazer?"  Pensei em comédia, mas não era para ser agora (ela deveria participar de Sete Pecados, de Walcyr Carrasco), então surgiu Vanessa. Eu sou precoce até nisso (risos). Enfim, voltei a ter minha vida da forma como eu sonhava. É como aqueles comerciais de leite (risos). Daqueles em que você acorda em um pijama branco, brinca com a filha, passeia com o cachorro, anda de bicicleta e namora no pôr-do-sol."

Outra mulher
"O engraçado é que eu não sentia que isso era importante para minha vida. Porque, quando não é para você estar com a pessoa, você simplesmente segue o seu dia. Não dá valor para querer chegar, tomar uma taça de vinho, olhar a lua, ficar lá fora sentado- mesmo no meio da obra- namorando (risos). São coisas que eu tenho hoje e não quero perder."

Sensualidade
"Sempre fui bem resolvida com relação à sensualidade. Só que não queria expor isso antes de qualquer reconhecimento na minha carreira. Porque, se já era difícil ser mulher de director, imagine se ainda por cima mostrasse um outro lado à frente do talento? Ficaria pior. Todo mundo só iria me ver como a gostosona. Foi algo que eu segurei, sim. As fotos que fiz para a Playboy aconteceram depois de eu ter algum reconhecimento. Mas não é algo que eu explore durante 24 horas. Quando eu paro numa padaria, estou com havaianas e jeans (risos)".

 

 

fonte: Contigo

publicado por . às 11:27
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